Processo de Mineração

A cadeia produtiva do gesso começa na mineração da gipsita. Para ser transformada em gesso, a pedra (sulfato de cálcio bi-hidratado) é extraída das grandes reservas e depois fragmentada através de explosões. Ela chega da mineração com, no máximo, 50 centímetros. Posteriormente são classificadas nos tipos “a”, “b” e “c”. A pedra tipo “a” é destinada, principalmente, à produção de gesso alfa, utilizado na fabricação de cerâmica e indústria odontológica. A “b” é a mais aproveitada, usada na construção civil. Já a do tipo “c” é destinada apenas à fabricação de gesso agrícola, que não passa pelo processo de calcinação.

Depois de selecionado, o minério passa pela britagem e moagem. No forno, a gipsita é calcinada numa temperatura média de 160 graus para ser desidratada e transformada em gesso. O produto fica armazenado num silo e, posteriormente, é ensacado, saindo pronto para a venda.

O gesso encontra sua maior aplicação na construção civil – revestimento de paredes, fabricação de placas, blocos e painéis. O gesso também é muito utilizado na confecção de moldes para as indústrias cerâmica, metalúrgica e de plásticos; moldes artísticos, ortopédicos e dentários e como giz escolar. Cerca de 95% do gesso consumido no País é produzido no pólo gesseiro pernambucano.